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Sáb, Jul

destaques
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Acordei quando o quarto anjo vomitou

Em meu rosto esquerdo exalando

Biles apocalíptica em meu tétrico leito

E minhas cinco insônias se desesperaram

Então tomei um adriano ramos pinto branco sexo

E fiz este poema súbito como víbora no escuro

Depois outro com o barro ainda ébrio do primeiro

“meu sepulcro é índigo, minha rima gótica”

Dilúcila minha navalha amarela

É de Drácula meu sangue noturno

E meu olho solar de Apolo

O amor nunca morre em abril

Os pátios de Pernambuco são “trampolins para o futuro”.

Então vírgula dormi até às seis com Beatriz.

Murilo Gun

 
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