04
Seg, Jul

Venenosos incensos esparges na pele e olhos da alma

de Lídia, colhes síncopes, hematomas íntimos intentas

e com mosaico de uivos constróis inteiros

portos de delírio onde atracaram balsas do desespero.

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Morri ontem. Ao raiar do (odiado) dia.

A manhã ainda sem pássaro dentro. Vazia.

Sol apenas anunciado por nesgas de luz

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                                                                                    VCA

         Preconceituei em artigo de jornal, há pouco, poesia pura – não no sentido de Henri Bremond (poema impoluto porque eficazmente padronizado, literalmente convencional, ao extremo lavorado)  - a partir de Paul Valéry – que, segundo Álvaro Lins, “dá a entender que seus versos nada querem dizer, além ou fora da poesia”.

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                                                                    Cláudio Veras

Volto – pela undécima vez – a tratar da poética de VCA, e o faço com a vaidade de que acompanha essa trajetória constelacional, desde os idos de 1987, quando César Leal (o realmente imortal poeta e crítico maior) estampou, por três vezes, análises sobre a poesia de VCA, no Diário de Pernambuco, em especial Tempo de Poesia e Rítmos Cíclicos em Vital Corrêa de Araújo.

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Murilo Gun

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