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Sáb, Ago

destaques
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A tanger de Paris as palavras

ao redil da página sem alma.

Poeta recupera instinto do verbo

pastor do seco e do árido

sedento do incerto e da dúvida do ser.

 

Prenhe de céus destroçados

lutuosos horizontes o poema.

 

No fim do poema encontro

o féretro do verbo

 

e sigo o esquife da palavra

até o espectro da lauda.

 

Até as vertigens de Borges

até que todo o alarido coral sal

do silêncio estanque.

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Murilo Gun

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