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Seg, Jul

                                                      Marcondes Torres Calazans

 Certo dia na Grécia Antiga, numa certa rua de Atenas, o filosofo Diógenes foi flagrado por seus conterrâneos atônitos com o que viam, o citado pensador com uma lanterna acesa em plena luz do dia, o que os levou a exclamar: "o que busca o velho Diógenes!

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Sem eternidade ou retorno (dela)

o tempo humano é repetitivo, tedioso, inútil

entediante – só sexo, droga e música sertaneja

distraem inutilmente.

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Auroras de pedras, sono de muro.

Sal anônimo (vida) lançado aos olhos.

 Constelações são comboios de estrelas

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Ponte interditada, passagem remota e efêmera.

Istmo obcecado entre passado e presente.

Cabo (de paz e guerra) para a foz do futuro.

Porto de chegada ao nada (pois a vida

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Fui a todas as sombras (da vida)

Interrogar moedas. A fontes renunciei.

Vivi de deságios. E de usura morri.

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Murilo Gun

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