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Qui, Jan

Vital Corrêa de Araújo

                Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta: “Fecha os olhos e morre calmamente/ morre com a alma leal, clarividente/ da crença errando no vergel florido/ e o pensamento pelos céus brandindo/ como um gládio soberbo e refulgente”.

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Maculadamente limpo

(cheio de mácula desconsagrada)

pleno de ovelhas de estrelas é o poema vital

antimecânico par excellence

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Eu estribilho, desesmoreço, corto as cartas

o ás respiro, engendro, urdumo, urdimbro

verticiar não convexo porque eu côncavo

e geometrizo sempre que poemo.

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Dido é aurora feita de fumo e dor

é ardência de treva, injustiça de longe

impuro fruto do amor (sem pena).

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Murilo Gun

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