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Qui, Jan

De que são feitas as últimas vontades?

Que cimento rege seus edifícios

que esfinge doura seus mistérios?

Qual o seu teor último e vário

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A morte, ilumina-a
pera de luz velada
crivo escuro
círio extremo
luz mestiça
de um ângulo do velório.

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Que corre no grande rio estranho

senão caudalosas lágrimas (ou crocodilos loucos)

que se recolhe dele que não seja dor

do povo náufrago do Eufrates preso

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Olhos são minas de azul, senhora

que busco mirar, sincero minério de luz

chorando por vê-los capturados

de lume desesperado e desejo

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Cala tudo no seio da morte.

O silêncio tem mais algo de torturado pássaro

que o grito

osso branco de velório e ar funéreo.

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Murilo Gun

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