Espere, leitora voraz, a cada hora

irromper a desmemória, a navalha

o breviário da espada, a loucura da palavra

espere outra aurora de ira e usura

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Cria-se um círculo vicioso quando se produz poesia ultrapassada (há muito) com ranço parnasiano vício anacrônico porque leitor brasileiro (não leitora) em geral – particularmente, não está adaptado à poesia moderna.

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Murilo Gun

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