V. não é poeta, falo de V., o de único-conto que morreu ontem
e de seu oco-cântico, do seu canto estreito via
pela qual lhe lançou o mundo bastas ilusões perdidas
crenças assimétricas, visões rebuscadas em uísques baratos
minérios desbotados da memória, cinzas sem ressurreição

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Lua fria, ctônica, campestre

de pedra interplanetária, irmã esma

lasca de terra, seixo que rola, rocha flutuante

barro redondo que me roía a alma (levante do desejo)

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Van Google e suas telas, sítios, espúrios cristais

girassóis de pixels brotando das glebas do brilho

futuro aprisionado em monitores potentes

hagadês e hagadês deslumbrados

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Murilo Gun

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