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Qua, Jun

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O incansável e depravado ditador da Líbia, o Sr. Muamar el Gadafi (abrasileirado para Cadafi), que submeteu o bravo e probo povo líbio por mais de 40 anos, governava

com mão de fúria, era uma espécie rara de satanás (ou um dos cavalheiros do pré-apocalipse) prodigioso de luxúria, sedento de assassinatos, verme com forma de homem que a sociedade política internacional alimentou e manteve no poder (a Rússia soviética stalinista foi o bastião de Cadafi como o é hoje a Síria do ditador Bashar A. pela Rússia antissoviética).

 

Cadafi gostava (talvez inspirado em Heminguay) de ser chamado pelos líbios de Papá Muamar, modo irônico e feroz do traste político dizer que era o pai da nação e do povo, como se violar, estuprar, matar, humilhar fosse parte da autoridade paterna, coisa que Cadafi não tinha uma meia grama.

Quando Cadafi foi trucidado, linchado, estraçalhado, pisado, cuspido e violentado pelo seu povo, acompanhei tudo milimetricamente nas mídias disponíveis. Realmente ele demorou a morrer, sofreu deveras, viu tudo acontecer ao Papá pelo seu povo (filho). Bateram (muito na cara), jogaram sapatos, pisaram em sua boca e o esbofetearam minudentemente. As fotos e imagens monstram realmente um Cadafi assustado, gemendo, apavorado, doendo nele mesmo, digamos, perplexo, não acreditando no que seus olhos que a terra já estava a comer viam. E estava vivo, bem vivo na posse dos sentidos todos, em especial o da dor, quando o empalaram (cerca de 600 pessoas). Fizeram atravessar o ditador de quatro, pelo traseiro, um caibro, como aquele encontrado florescendo durante a construção da Prefeitura de Garanhuns, e que plantado tornou-se aquela bela árvore que ladeia o prédio.

As informações que colhi garantem que ele morreu fruto do empalamento, suas vísceras e órgãos rompendo ante a empalada, e que ele sentiu, viu, soube o que faziam do seu precioso traseiro. Isso para mim foi um êxtase, um gozo, uma plena catarse. Porque vi naquele caibro de cedro adentrando o traseiro de Cadafi a projeção do que se devia ter feito com os títeres latino-americanos do século XX.

A violência sexual como estratégia. Cadafi usou o sexo como arma. E gostou do uso da arma. Dos seus efeitos nele e nos outros. Ele mantinha em sua dezena de palácios salas depravadas para sexo sem limite humano. Quartos de luxo eram avizinhados com salas cirúrgicas (para aborto e reconstrução de hímens: ele deflorava a mesma menina (ou menino) de 15 anos varias vezes).

As informações dão conta de que ele exigia 4 a 6 vítimas diárias para satisfazer a depravação colossal, a maioria de menos de 15 anos. Estuprava, rasgava, queimava, mordia (eram enormes e famosas as dentadas de Cadafi abrindo crateras de sangue na carne das meninas). Urinava em cima. E muitas vezes matava. E ele fazia de modo que sua entouragem, oficiais, ministros e demais autoridades soubessem, pois era a forma dele demonstrar (de monstro) poder.

Ele estuprava também ministros, embaixadores, esposas de chefe de estado (a maioria africana). Uma frota de servidores gestionava o processo, escolhia vitimas, montavam rede complexa de informações. O objetivo era mostrar que papá Muamar era o Amo.

Para satisfazer essa “demanda de carne” agentes (mulheres) percorriam casamentos, salões de beleza, escolas, vídeos, imagens de TV, buscando vítimas sexuais de Cadafi. No subsolo da universidade de Trípoli, Cadafi mantinha um harém universitário, enormes camas redondas, jacuzzis com grifos de ouro e instrumentos de tortura sexual de lado. Fora da Líbia, agentes divulgavam o turismo e financiavam jovens para ir a Trípoli. E lá eram sequestrados e mandados ao Guia. Isso nas barbas da Europa e todos sabiam desse “modo de ser” do aliado estratégico. Cadafi refinou a violência via sexo e assim governava, humilhava, e sancionava sua politica com o sexo. O falo era sua caneta. Estuprava ministros e filhos que ficavam desmoralizados e o mesmo fazia com esposas e familiares de chefes de tribo e de estados africanos, para perfeita submissão.

É exemplar o caso de Joana, bela jovem que ele estuprou aos 12 anos e manteve em seu harém subterrâneo por 5 anos.

Depois concedeu a ela, pelos “serviços prestados”, o privilegio de casar com um militar que ele escolheu. Providenciou inclusive a reconstrução do hímen da jovem. E no dia do casamento, pouco antes dela contrair núpcias, ele chamou-a e a violou. Era uma mensagem ao coronel-marido: só há um senhor: Papá Muamar.

TRAJETÓRIA E EFEITO DO EMPALAMENTO

Lenda ou realidade o que dizem alguns que presenciaram a via-crúcis viva de Cadafi grotescamente empalado. Quando a tora (trave de férreo cedro de formato retangular) adentrou Cadafi fundo a dentro eviscerando vivo o títere invadindo de súbito e pronto seu intestino sujo e a coisa se aprofunda, ele sentindo e a coisa, o caibro, penetrando-o, alguns dos que estavam lá e viram dizem: de seu rosto (fauce títer) conflagrado de dor inumerável-inominada esgar de gozo brotou... e stop.

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Murilo Gun

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