Escravos não servem.
Dúzias de adeuses resvalam nas idas.
Heresias são abelhas... velhas abelhas
atraídas pelo mel do pecado vital.
A artimanhas das astúcias deve-se a poesia.
Pão epifânico de trigo etéreo.
Símbolos já não dominam.
Ideologias corruptos são plenas.
Estômatos não envenenam.
Potes agnósticos cevam sedes.
A exumações do papiro deve-se
a poesia do inferno. Palimpsestos do demo.
A intempéries do tempo se salva a poesia.
A minhas velhas blenorragias.
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