O id é louco
peremptório, inconsequente
e devassável.
Todo amor é mortal.
Não creio no ego (nem em Deus)
creio no id (de Deus).
Ego: eu não creio no id.
Foi perversa – e ilusória
invenção de Freud
que o idiota do Adler
e o ingênuo Jung engoliram
(e não vomitaram ao menos).
E vive-se remoendo isso (des les)
esse osso infrutífero, essa mocreia
furibunda de sombra, inconsciente, incompostura.






