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Sáb, Nov

Ensaios
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VCA

Para a poesia absoluta é vital ao poeta livrar-se do âmbito e das grades (recinto fechado, fronteira intransponível, prisão, censura, óbice, vedação, domínio) da consciência objetiva. Inibir a consciência objetiva, o âmbito cerebral da mente racional ou científica, para permitir aflorar a subjetividade pura, livre de vendas e mordaças, que aprisionem o poema em medidas exatas, prévias, a cargo ou crivo de trenas e ábacos ou amarradinhos (ou arrumadinhos) de rima. Dê-se ao ID, a seus braços fundos e enérgicos, entregue-se ao poema absoluto.

Murilo Gun

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