24
Sáb, Jul

Seria o meu coração de areia (título de uma coleção de poemas já publicada – FUNDARPE)?
Nunca se sabe o que há no coração, do que ele é capaz (ou incapaz). Então, por que confiar nele?

Leia mais...

O  sopro já  exilado  da  criatura,  pela  gravata  que  o  semelhante  lhe aplicara  pendurado, balança de nó cego o corpo sem ânimo oscilando, pêndulo crasso,

Leia mais...

Esse  pressuposto  frívolo  e  falho  (ou  fressuposto)  de  que o poema necessariamente –e  por  definição  ou  natureza –tenha  um  sentido  prévio,  dado  e  depois  mecanicamente construído  e  adornado  por  palavras, 

Leia mais...

Mais Artigos...

Murilo Gun

Inscreva-se através do nosso serviço de assinatura de e-mail gratuito para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.
 
Advertisement

REVISTAS E JORNAIS