Poemas
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O céu continua sem fim.

E inalcançável. Assim.

Vim da boca de todos os abismos.

Fuzilaram gaivotas dolorosas.

À carniça de um cão francês qualquer.

Às rosas do mênstruo encarnadas como o tempo.

 

Nu jardim cilíndrico.

Em poesia, estou me despedindo dos limites.

Às lindes da palavra, que se fodam.

Limites poéticos, patéticos, adeus!

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Murilo Gun

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