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Seg, Jul

                                                                   Vital Corrêa de Araújo

            Em toda a vasta antiguidade, levada pelos ventos mediterrâneos, ressoava a má nova e, respeitosos, gregos e romanos ouviam, impassíveis e doloridos, o grito  que varria as águas e fazia eco nos velhos armazéns da alma: o grande Pã morreu!

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 Nobel ou ignóbil, ira é acadêmica, com aspereza.

Talvez francesa, brasileira com certeza.

Ira maior, a de Javé.

Nada fica em pé, quando Ele parteja.

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Ira, mulher bela ferina

usa bondade do corpo

para ferir sua sina

nunca se apaixone pela ira.

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O paraíso é lilás. Não é azul. Nem branco.

Seu portão (majestoso angelical) é de acrílico puro e

bem blindado: pelos três rios magnas minerais.

Tungstênio Baltazar, Urânio.

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Por que escrevo (pratico, faço, urdo) poesia?

Porque vou morrer.

 Faço, armo, crio, componho

poemas para quê?

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Escrevi depois sobre estereótipos graxos

e pontos cegos e fugas cônicas além de agravos

regimentais e arquétipos antediluviano

escrevi sobre o poder branquial

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Murilo Gun

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