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Sáb, Nov

Pelos castelos senhoras do limbo da Urbe vaguei

pelo segundo círculo da alma fugí

sanguíneo relâmpago clareiras do sangue lambeu

(as lesmas pétreas do fogo devotadas)

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Não há na poesia moderna lugar para utilização artificial de símbolos (ou extração simbólica, como na escola simbolista). O símbolo moderno deve ser vivido, vivenciado, experimentado (virtualmente ou de vera).

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                Comecei a me reconciliar com o mundo, a ser e continuar sendo quando apostei pascalinamente no futuro do prazer. Repreendê-lo é maléfico e implica secar a fonte da humanidade em nós. O prazer traz a nostalgia da origem edênica, vital.

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Murilo Gun

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