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Dom, Maio

Sonhei ontem a mulher nua coberta de 
verduras, entre os seios maçãs e na grande 
cona tâmaras eretas e querubins. O corpo da mulher 
uma mesa, altar de devotas frutas. 

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O ato de compra é universal, metafísico, direto.
O ato de produção é ontológico.
Vende-se antimorte garantido 
com seguro de vida.
Compram-se prato de lentilha

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Aos leitores do site Poesiabsoluta no âmbito da coluna Paradoxos e provocações literários, trago a questão do significado em poesia.

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a Vital

Não quero dáctilos, quero as horas ébrias 
quero os barcos ébrios e os símbolos orgíacos 
quero as barcas loucas sem nomes e acédios 
quero o que desejo, ópios, mas hínicos 

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O conhecimento do que virá
será o teu martírio, leitora curial curiosa

a hora não mais chegará a ti
pois não (ou já) desvelaste o maquinismo

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           (Tipo sangue devoto)

          Na América Latina, poesia não teve direito a boom. Mas veio antes. E ficou. Passou os booms de conto e prosa (novela, romances), ficou a profundidade da poesia.

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Sou o fim só o fim do começo?

A poesia de VCA cria sua própria 
(e vária) forma. Rejeita fórmulas.
Únicas ou não.

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Violado amor vaginal
aborto aberto (como um lírio)
fortaleza (do hímen ou da flor) desfalece
(tudo se desfaliciza afinal).

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Murilo Gun

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