O paraíso é lilás. Não é azul. Nem branco.

Seu portão (majestoso angelical) é de acrílico puro e

bem blindado: pelos três rios magnas minerais.

Tungstênio Baltazar, Urânio.

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Por que escrevo (pratico, faço, urdo) poesia?

Porque vou morrer.

 Faço, armo, crio, componho

poemas para quê?

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Não vá contra o fluxo, nem se banhe

duas vezes num mesmo rio. Ou em outros.

Vá contra a corrente comum, vá contra

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Escrevi depois sobre estereótipos graxos

e pontos cegos e fugas cônicas além de agravos

regimentais e arquétipos antediluviano

escrevi sobre o poder branquial

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  PARA IMERSÕES POÉTICAS CURATIVAS TALVEZ.

Aja hoje e não no nu amanhã.

Ate-se a agoras, despreze depoises.

 Estando aqui lá continue a pensar.

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Procure no poema sentidos cutâneos

(que encontrarás, sob as unhas do verbo).

 

Ou orvalho de aço surdo encontrarás.

Gozos como punhais, agudos orgasmos do verbo.

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Murilo Gun

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