Segundo Paz, só um poeta recente é nosso precussor e contemporâneo: Mallarmé, cuja missão poética é tripla: encarnar a ausência, nomear o vazio, aprender o silêncio (ou melhor, dizê-lo).

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Jardim engendra pássaro e flor, engendra

abelha e voo, meio-dia azul e bem-te-vis canoros

além de canículas eclesiásticas, preces de verão

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Morri ontem. Ao raiar do (odiado) dia.

A manhã ainda sem pássaro dentro. Vazia.

Sol apenas anunciado por nesgas de luz

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Venenosos incensos esparges na pele e olhos da alma

de Lídia, colhes síncopes, hematomas íntimos intentas

e com mosaico de uivos constróis inteiros

portos de delírio onde atracaram balsas do desespero.

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Murilo Gun

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