Vital Corrêa de Araújo

         Além de César Leal, poucos poetas de Pernambuco alcançaram renome, sua obra ultrapassando os estreitos limites da província ou as fronteiras do nosso valoroso Nordeste, terra de poetas. Dois chamo à colação: Alberto Cunha de Melo e Marcus Accioly.

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Mas, afinal, poesia para quê?

Quando, de Mallarmé decorreram os 170 anos de nascimento do gênio, escrevi – e publiquei, três livros: Crepúsculo do pênis, Kant não estuprou a camareira e Verbo de barro – e logo depois, ATANOR (este o maior, a publicar).

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            A geração 45, movimento que até hoje submete a poesia brasileira ao atraso, representou a abertura de um novo round, após a luta, o prélio de 1922 (Semana da Arte Moderna) estar encerrado. Foi uma reação tardia (um terceiro tempo inédito) dos remanescentes do parnasianismo derrotado.

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Sou um poeta inentendível (em absoluto e tal).
O único poeta único com essa qualidade ímpar.
E as exceções, de regra.
O que me enche de legítimo e soberbo orgulho.

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À mãe noite, indevassável e inteira 
como um punho, uma rocha, como o céu
a que concede vidência e delírio
místico fogo aos olhos, visões à alma

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 Dobrou o cabo do desespero 
(esse nauta sem sentido ou norte)
esperou trovões vãos 
ao vazio de si VCA se transmudou 

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Hino da noite á luz nua da lua, velado o nome 
e a voz a ti devida desmascara a vida
retine metal dos vocábulos, demole ecos do caos
e vazios, alveje anjos a luz, de tinta 

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Murilo Gun

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