Meu 11º poema erótico real refragmentado em 2015 (já eréctil e linguisticamente disfuncional)


ELOGIO DO SEIO ELEGÍACO

Era ela alta de seios férteis
seios atenciosos e sólidos (mamilos vermelhos)
à sanha de meus dedos dedicados 

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Aos que querem liquidar o Bolsa-família.

Casebre cinzentos perdido
entre surdos gravetos da caatinga
os candeeiros do meio-dia

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VCA

Amo seios, sou fissurado neles, em especial seios eretos (esses demônios de carne sublime), sonho com seios, mordo-os no sono, apalpo-os na mente, imagino-me afogado em seios (duros e amáveis, como maçãs vaporosas).

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Enterrem meus olhos longe das ciladas do tempo

Perto das estrelas, entre esferas e mosaicos do céu

Ou na cerâmica do horizonte, além das gaivotas.

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Murilo Gun

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