VCA

         Preconceituei em artigo de jornal, há pouco, poesia pura – não no sentido de Henri Bremond (poema impoluto porque eficazmente padronizado, literalmente convencional, ao extremo lavorado)  - a partir de Paul Valéry – que, segundo Álvaro Lins, “dá a entender que seus versos nada querem dizer, além ou fora da poesia”.

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                                                                    Cláudio Veras

Volto – pela undécima vez – a tratar da poética de VCA, e o faço com a vaidade de que acompanha essa trajetória constelacional, desde os idos de 1987, quando César Leal (o realmente imortal poeta e crítico maior) estampou, por três vezes, análises sobre a poesia de VCA, no Diário de Pernambuco, em especial Tempo de Poesia e Rítmos Cíclicos em Vital Corrêa de Araújo.

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Sem eternidade ou retorno (dela)

o tempo humano é repetitivo, tedioso, inútil

entediante – só sexo, droga e música sertaneja

distraem inutilmente.

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Auroras de pedras, sono de muro.

Sal anônimo (vida) lançado aos olhos.

 Constelações são comboios de estrelas

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                                                      Marcondes Torres Calazans

 Certo dia na Grécia Antiga, numa certa rua de Atenas, o filosofo Diógenes foi flagrado por seus conterrâneos atônitos com o que viam, o citado pensador com uma lanterna acesa em plena luz do dia, o que os levou a exclamar: "o que busca o velho Diógenes!

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Ponte interditada, passagem remota e efêmera.

Istmo obcecado entre passado e presente.

Cabo (de paz e guerra) para a foz do futuro.

Porto de chegada ao nada (pois a vida

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Fui a todas as sombras (da vida)

Interrogar moedas. A fontes renunciei.

Vivi de deságios. E de usura morri.

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Murilo Gun

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