Sonhei ontem a mulher nua coberta de 
verduras, entre os seios maçãs e na grande 
cona tâmaras eretas e querubins. O corpo da mulher 
uma mesa, altar de devotas frutas. 

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a Vital

Não quero dáctilos, quero as horas ébrias 
quero os barcos ébrios e os símbolos orgíacos 
quero as barcas loucas sem nomes e acédios 
quero o que desejo, ópios, mas hínicos 

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Sou o fim só o fim do começo?

A poesia de VCA cria sua própria 
(e vária) forma. Rejeita fórmulas.
Únicas ou não.

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Murilo Gun

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