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Dom, Maio


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Gabriela Raianne/Letras (FAMASUL)

Ser poeta é um fingidor de suas dores, é gritar o que sente através das palavras descritas em versos ou poemas, traduz o que pensa do mundo ou das coisas. Poeta, homem tradutor de belas palavras, que invadem os ouvidos das pessoas que leem de forma silenciosa.


Albanielly Soares (História/FAMASUL)

Por si só, a palavra poeta já traz uma ideia de algo precioso, de beleza e arte. Nada tão simples, mas também nada tão complexo, pois na verdade a poesia está dentro de cada um, a única diferença está em saber deixar esta criação fluir naturalmente da alma.

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Esse pressuposto frívolo e falho (ou fressuposto) de que o poema necessariamente – e por definição ou natureza – tenha um sentido prévio, dado e depois mecanicamente construído e adornado por palavras, quantificável, anterior, apodítico destino da jóia palavrosa, poesia, sob pena do poema não ter sentido, se este não for óbvio e ulular, como escrínio verbalizado incólume. E dai vem o sem-sentido da poesia, que está-sempre-além- e-aquém de todos os falíveis sentidos, de que se impregnem as coisas comuns (e os homens idem, como Joyce previu), cotidianas, transitórias, etc.

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A crônica é um gênero do jornalismo contemporâneo, cuja origem localiza-se na história e na literatura, ou mesmo, na comunhão das duas disciplinas radicais do conhecimento humano.

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Marcondes Calazans

O poeta é alguém que pensa. A ideia de poesia é ausente quando ele se encontra de lápis na mão e papel sobre a mesa. Ele (o poeta) escreve o que pensa sobre tudo. Na maioria das vezes, sobre dilemas e agruras existenciais. Poesia e poética são a ética do poeta por vezes na absoluta certeza de que sua dialética é a felicidade e a tristeza, é nutrir-se para quem sabe sorrir ou ficar triste.

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O sopro já exilado da criatura, pela gravata que o semelhante lhe aplicara pendurado, balança de nó cego o corpo sem ânimo oscilando, pêndulo crasso, logo desceram o enforcado do patíbulo e sobre o peito de madeira (estrado) da melhor lei do homem, inane, o depuseram, os olhos já mortos, apagados, não tinham ainda perdido o brilho antigo, vital.

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2013, agosto, 22, 5 e 55 da manhã. Menos de 15 graus centígrados crus no interior da alma, ou melhor, do quarto, na cama, pouco menos quente no sítio frio de onde pende a gelada escrivaninha, de meia e 3 camisas, cachecol xadrez (tipo Holmes) escrevo.

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VCA

“A mão designa e assinala

porque o homem é um sinal”.

“É a ambiguidade da linguagem

fonte da poesia”.

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Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta: “Fecha os olhos e morre calmamente/ morre com a alma leal, clarividente/ da crença errando no vergel florido/ e o pensamento pelos céus brandindo/ como um gládio soberbo e refulgente”.

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Para muitos (quase todos) o poema VCA (como o de Rogério Generoso, Admmauro Gommes e dezenas de estudantes da FAMASUL – PALMARES) é um desastre. Não o estilo vitaliano, porém o modo remoderno de poemação ativo.

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Murilo Gun

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