Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta: “Fecha os olhos e morre calmamente/ morre com a alma leal, clarividente/ da crença errando no vergel florido/ e o pensamento pelos céus brandindo/ como um gládio soberbo e refulgente”.

Leia mais...

A crônica é um gênero do jornalismo contemporâneo, cuja origem localiza-se na história e na literatura, ou mesmo, na comunhão das duas disciplinas radicais do conhecimento humano.

Leia mais...

É função, papel crucial das revistas, vasculhar o passado da mídia e trazer à tona notícia de revistas que marcaram época. Fiz (como editor desta revista e do jornal O Monitor) matéria sobre a revista de literatura e mundanismo CIDADE, de Garanhuns, de 1940. O faço agora com as revistas SENHOR, dezembro de 1961 (200 cruzeiros) e REVISTA DO NORDESTE nº 9, dezembro de 1958 – Recife – PE (10 cruzeiros). A empresa editora de RN ficava na rua da Glória, 32 – 1º and. e era presidida por Wilson de Moura Lira.

Leia mais...

Em síntese – e para não me alongar, o filósofo e homem de ação Reginaldo Oliveira, no âmbito do seu profundo tirocínio e na ambiência de sua prática humana, percebe nitidamente que as aparências e as máscaras que simularam o viver monetário hodierno ou movam a urgência do dólar no bolso e do euro na alma,

Leia mais...

2013, agosto, 22, 5 e 55 da manhã. Menos de 15 graus centígrados crus no interior da alma, ou melhor, do quarto, na cama, pouco menos quente no sítio frio de onde pende a gelada escrivaninha, de meia e 3 camisas, cachecol xadrez (tipo Holmes) escrevo.

Leia mais...

A mobilidade das imagens (ou imagemóbil) em VCA é grave, intensa, completa. É uma poética cacheada de imagos verbais, chegando a um vórtice o delírio lírico, convulso verbo, fuzilando o noturno para criar manhãs definitivas sobre noite furiosa e sonâmbula dos calabouços (de que poetava o luso José Gomes Ferreira), mestre e ícone da poesia absoluta.

Leia mais...

A Poesia Absoluta recusa – e é peremptória (abomina o conteudismo como finalidade da linguagem como ideologia que faz veículo da palavra) redução (da palavra poética) a conteúdos obrigatórios e essenciais. Palavra que exista só pelo que diga, que objetive só e nada mais que conteúdo.

Leia mais...

Para muitos (quase todos) o poema VCA (como o de Rogério Generoso, Admmauro Gommes e dezenas de estudantes da FAMASUL – PALMARES) é um desastre. Não o estilo vitaliano, porém o modo remoderno de poemação ativo.

Leia mais...

por Vital Corrêa de Araújo

CANTARES A SALOMÃO (CS) consiste num conjunto harmonioso de poemas que representam, não uma paráfrase, mas um comentário – e uma homenagem, ao CÂNTICO DOS CÂNTICOS, atribuído ao sábio poeta Salomão.

Leia mais...

O ator, comediante stand-up e conferencista Murilo Gun, tem realizado palestras sobre gestão e administração digital para empresas, com sérios toques de humor.

Leia mais...

Mais Artigos...

Murilo Gun

Inscreva-se através do nosso serviço de assinatura de e-mail gratuito para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.
 

REVISTAS E JORNAIS