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Sáb, Jul

Nada há de convencional (ou regrado, posto que poesia é transgressão de regras prosaicas limitativas da liberdade da palavra, apanágio do verso do século 21) ou domável na poesia rogeriana.

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A crise política no Brasil estava sendo adiada. Estourou, não. Começou a estourar. E não é econômica ou social. Ambos os setores vão bem, obrigado. É de representação política. O nosso parlamento (nos três níveis) é elitista e corrupto. Viciado em propina, nepotismo, favorecimento (tal como o judiciário, que não fica nada atrás – e é sobretudo corporativo, preguiçoso, soberbo e falido – veja a expressão, traje , poses retóricas e rapapés dos desembargadores e ministros (em especial, do Supremo). O executivo, os cinco mil e tantos prefeitos e governadores despedem mais de 50% das receitas em obras, licitações e investimentos duvidosos, correndo por fora a corrupção mais medonha, através de operadores (secretários e servidores graduados).

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VCA

Tacham os tais reacionários atuais Mário de Andrade, chefe do modernismo radical (ora de 1922 originou-se, brotou o único modernismo), quando na realidade Mário de Andrade foi corifeu do modernismo real, ultrajado, vilipendiado, combatido, desde o início e continuamente pelos que o não aceitavam, até enfraquecê-lo, dividi-lo e a partir da Geração 45 derrotá-lo, suprimí-lo.

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vital corrêa de araújo

Por longas noites auscultei a palavra de César Vallejo. Certos vinte dias ensimesmei-me (fora de mim) na Biblioteca Borges. Esta, instalei-a em três sítios. Primo, na rua Joaquim Branco, próximo ao Shopping  Boa Viagem, ao lado do Hiperbrompreço. Nela, somente eu e Gun – com 5 anos, tínhamos acesso.

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Não sou crítico literário felizmente. E não o sendo posso trabalhar livremente meus conceitos e preconceitos (estes em número bem maior que aqueles) sobre poética, tal como a vejo, sinto dever ser. Como são parcos os críticos e mesmo parciais em sua “parquidade”. Contaminados pelo contágio parnasiano sedutor, impregnados do vírus da forma poética externa (ou mecânica) de contagens de sílabas e eclosão artificial de rimas obrigatórias e em tais e quais exatas posições, que darão ritmo metronomal ao poema etc.

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Vital Corrêa de Araújo

O poeta incrementa a polissemia da palavra. Esta é sua sina e obra. A transferência de sentido é vital à poesia. Mestre da metáfora e doutor em aliteração, processo este, que provém de ritmo peculiar o poema e aquele, que embeleza a linguagem poética, impossibilitando a univocidade, graças à ênfase de plurissignificação que concede, Admmauro Gommes tem nos brindado com uma obra ensaísta e poética inavaliáveis.

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VCA

Os movimentos (mais contrários que complementares) anta, corrupira, verde-amarelismo, pau-brasil e cia enfraqueceram (e vieram para isso), estreitaram ao invés de alargar o modernismo de 1922. Desviaram. Foram como que uma sorte de manobras diversionistas triunfantes. Bem urdidas, mesmo que subconscientemente. E de desvio em desvio, de gota em gota reviveram (o inativado e anacrônico, a água passada) o rio morto (mas não enterrado) do parnasianismo. Reanimado. E sem ânimo moderno. Até hoje (2013). A “evolução” ou revivescência artificiais do velho, superado e teimoso parnasianismo decorreu de uma questão ideológica. A que tinha por fórmula deter o Brasil. Que de país do futuro virou país do passado. Rico ou não.

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Reúno quatro tópicos, quatro pequenas

exposições centradas no problema

da metáfora, a partir de conversas, no

Retiro das Águias (espécie de éden da Mata

Sul de Pernambuco onde se situa, num

páramo perto do céu, o Castelo do Reino

do Reencanto e a casa do rei Donzé),

com o Professor de Teoria Literária da

FAMASUL, Admmauro Gommes.

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ID (DAS ES)

Vital Corrêa de Araújo

Em Alemão, id é “das es” que significa isso ou aquilo. Freud e seus seguidores observavam crítico e criteriosamente a reação de pacientes que oralizavam subitamente sintomas, atos, reações, e explicavam: “aquilo foi mais forte do que eu “ou” isso me veio de repente”. Essa coisa misterioso, selvagem, irrompendo do súbito, de dentro, centrípeto, mais forte do que o eu, a pessoa consciente, o paciente. Isso ou aquilo inusitados tornaram-se, constituíram o ID, forças desconhecidas e indomáveis que nos vivem. Grande reservatório da libido ou energia pulsional (de vida e morte). (A energia usada pelo Ego é retirada desse fundo comum, dessa bacia ou reservatório de ímpetos, sombras, êxtases e dores ou êxitos e temores).

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Murilo Gun

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