28
Dom, Nov

Vital Corrêa de Araújo

Decorridos mais de 4.765 dias do 3º milênio, início do século XXI, primícias de uma era de milanos, somos partícipes de uma época pós-moderna, espectadores da 5ª Revolução Industrial (e tecnológica), cidadãos de um mundo globalizado (todos habitamos a mesma aldeia global), sob égide do virtual, do incorpóreo, do informacional puro (vida digitalizada informada por bips, permeada por chips hoje algo tão banal como banana), a que exibimos nosso legado quântico, nosso destino transgênico, laudos de DNA, com o firme propósito, todos, de sermos contemporâneos de nós mesmos.

Leia mais...

Vital Corrêa de Araújo

Sabedoria ou mediocridade? Diálogos no reino encantado das águias, do Prof, historiador e filósofo, Cel Reginaldo Oliveira, é um livro excepcional, sendo a excelência do conteúdo ilustrada por fotos coloridas do enclave edênico Retiro das Águias, do Professor, utopista prático e ecologista apaixonado, José Rodrigues.

Leia mais...

Vital Corrêa de Araújo

Deus criou o mundo com apuro e candura. Com inúmera complexidade (de detalhe e lógica) e caprichosamente. Pois assim Ele o é. Criou. Pássaro, rosa, pedra, cristal, geometrias (euclidiana, pascalina, pós-euclidiana, quântica), fractais, física (inclusive quântica), horizonte, sol, satélite, estrela, água, tempo, rio, terra, ar, mar, peixe (52.000 espécies).

Leia mais...

Vital Corrêa de Araújo

Nuances são sinuosas e fungíveis, somem num átimo, dão-se ao nada, de súbito, logo, esfuma-se o rico e vasto cabedal de ângulos, visões, perceptibilidades inusitadas; perde-se, então, todo um universo de preciosos detalhes, de faces difíceis e dados poliédricos; às vezes, deixam as nuances fugitivas um rastro, mas geralmente a extinção da nuance é completa, um minuto a deleta, um desolar do olhar flagrante a dispersa, deserta, para sempre, implicando em não sabermos de sua voraz e diminuta existência.

Leia mais...

Uma forma (método, melhor) de avaliar o descalabro, a divergência, o pântano abismal da poesia oficial brasileira (a que é aceita como tal pacificamente ante à “outra”, que é imposta por poetas loucos, como VCA) é confrontar seriamente a função (ou o ofício) do poeta clássico com o moderno (ou seja, atualizar esse potencial de diferença de carga).

Leia mais...

O frade Bruno Palma, o maior e melhor tradutor e crítico de Saint-John Perse no Brasil, o Prêmio Nobel francês alcançado graças à obra poética, acredita na recriação do mundo pela poesia. “De fato, na operação poética, segundo a concepção persiana, há algo de demiúrgico, pois o poeta, dando nome às coisas, pretende fazê-las aceder a um modo de existência mais verdadeiro e mais perfeito.

Leia mais...

(à escolha de leitor que rime)

ROBERTO CARDOSO: Numa crônica para a Gazeta de Garanhuns, o excelente jornalista e cronista maior, Roberto Cardoso, filho do Deputado José Cardoso – lembrando Gilberto Gil manda aquele abraço para, entre muitos: “Rossine Moura, jornalista, radialista, contista, cantor, poeta, um grande talento, a fortaleza da voz, hábil amigo e solidário”. “Eliane Simões, da AESGA, profissionalismo, competência e amor por Garanhuns”.

Leia mais...

Chomsky, o grande linguista americano, que sigo como uma sombra, afirmou o poder do significante, O que causa pasmo em tantos que só têm consciência do significado das coisas. As palavras para estes voam. Fica o dito. Escrito. Movidos pelo aspecto de usura e pressa. Imediatistas irreflexivos. Ainda em processo pleno de hominização mental para o estado final de Homo “Sapiens”.

Leia mais...

Se toda representação da palavra é ilusória. Ficção, portanto. Por que não irrepresentar para chegar a algo real (não enganoso ou meramente ficto?). Ou buscar equivalentes. Os correlativos objetivos de Eliot?

Leia mais...

VCA

O impassível crítico e ensaísta dos melhores da atualidade e professor de literatura comparada em Genebra, Georges Steiner (de quem li, reli, tresli sete de suas obras mais recentes) define, situa otimamente literatura, ou seja, sua extrema serventia: “libertar a linguagem da utilidade imediata e da necessidade (obsessiva como a têm os poetas) única de comunicação; ela eleva a palavra à palavra acima do discurso comum”.

Leia mais...

Mais Artigos...

Murilo Gun

Inscreva-se através do nosso serviço de assinatura de e-mail gratuito para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.
 
Advertisement

REVISTAS E JORNAIS