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Dom, Jun

Marcondes Torres Calazans

Certo dia na Grécia Antiga, numa certa rua de Atenas, o filosofo Diógenes foi flagrado por seus conterrâneos atônitos com o que viam, o citado pensador com uma lanterna acesa em plena luz do dia, o que os levou a exclamar: "o que busca o velho Diógenes! O que procura! Diógenes, imperturbavelmente como quem quisera responder a uma pergunta não feita disse-lhes: "busco homens e mulheres; homens que tenham denodo, coragem de assumir as coisas em que acreditam".

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Quanto mais unívoca a ligação entre significante (parte fônica ou imagem acústica do fonema) e significado (conceito ou noção convencionada para representar o sentido), menos poética será.

 

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Quando Stefan George versa: “Busquei com tresnoitado zelo através de estrelas de palavras no interior de estrofes sem consolação coisas que me rondavam incertas e escuras veio o anjo e ofereceu-me o sentido mais oculto, o peso das rosas opulentas e fatídicas me dobrou a alma ao entrevistar esse anjo anônimo de cuja boca brotavam lilases e mimosas que levando-me à erma rua banhou-me de larvas e lírios”, sente-se que ele buscava a poesia e seu oculto sentido escuro para iluminação do mundo.

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Sylvia Beltrão/São José da Coroa Grande (PE)

As palavras azuis quase sempre são breves, mas se atraem de forma magnífica, provocando significados surpreendentes. Em apenas uma frase dá conta de todo o recado. É uma incansável luz no vale da sombra que conduz a acendedora de lampiões quando está sem luz própria. Mostram a saída do cruel labirinto humano. Provocam o mais sincero e intenso sorriso: o interno.

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Minha poesia é desconforto impune, o desvario da palavra nela se instala sem trégua e com toda a infâmia que a hesitação e o ignoto destilam.

A página é o etéreo mármor onde desgraço o branco, com garatujas e algaravias incontáveis, inconcebíveis, e insucessivas, seja como for, não é recomendável para não-crianças (a cativam – crianças – pelo frescor da mente ainda não contaminada de perversas convenções e obrigações ou dogmas vérsicos, lamentáveis).

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“Bebida alcoólica obtida de uvas colhidas recentemente, cuja fermentação foi feita no distrito de origem e de acordo com as tradições e práticas locais”

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Meus últimos quinze livros de poemas publicados, não os lancei. Nenhum. E nenhuns deles coloquei em empoeiradas, esquecidas, esqueléticas prateleiras de livrarias. Mesmo proibi minha editora, a BAGAÇO, de distribuí-los.

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Beleza é Verdade. Verdade é Beleza. Poesia é verdade. Goethe e Keats. Quanto mais se adentre na beleza, mais faça sua, mais submirja a vida e a veia na beleza, mais se acerca da realidade real – e se afasta da mera aparência. Fuja do simulacro das coisas e dos homens (nunca desmascarados), mergulhe na Poesia Absoluta.

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Amanheci, ontem, com sabor amaro na boca. E, eureca, quero hoje comer cascavel. Lembrei dum amigo da Colina Magano onde moro, ode mora o Castelo que habito (1070 metros acima do mar de Boa Viagem, microclima vital). (Por cima da 87FM e do Monitor que edito).

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Murilo Gun

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