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Dom, Nov

Quando investigo o meu espírito, o que faço de má vontade (dispersamente) e sem o vigor vital das coisas noturnas, sinto o quanto apoético anda o mundo.

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VCA

Há dois curtos poemas de Holderlin, nos quais se refere a Heidelberg, cidade alemã milenar e velho centro universitário, que se destaca pela antiquíssima e majestosa ponte e pelo mais velho ainda Castelo (imobilizado no tempo ou mergulhado de peito na plena eternidade).

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FIZ O CURSO DE HISTÓRIA, na antiga Faculdade de Filosofia de Pernambuco – FAFIPE, defronte da Fratelli Vita, na rua da Soledade – Recife. O golpe de 64 fez alterar o conteúdo dos currículos, porém aproveitei bem os professores Amaro Quintas e Armando Souto Maior (que por sinal foram meus examinadores nas provas orais, aquelas com ponto e tudo), digo que me beneficiei porque passei em 1° lugar no vestibular e me distingui no curso, chegando a ensinar história ainda acadêmico, até enveredar por Direito e Filosofia.

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Cláudio Veras

Especializei-me (horas de intervalo de aula e frios fins de semana de Heidelberg, nos últimos 15, 20 anos (a fio), em ler e defrontar, como se eu a escrevesse, a poesia de Vital Corrêa de Araújo (VCA).

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Heráclito, o mais ilustre dos pré-socráticos, considerado o obscuro, por seu ínvio mas preciso pensamento, caracterizou sua filosofia (mesmo antes de Sócrates conceituar filosofia, como amor ao saber), dialeticamente, ao opor-se de frente (e de fundo), ao pensamento eleático dominante, a Parmênides de Eleia, cuja teoria centralizava-se na imutabilidade do ser (a não mudança era seu dogma).

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A poesia absoluta contraria (e rima) a miopia da consciência vigendo, a busca do facilitarismo do entendimento e da compreensão imediata. Poesia é rima (e não rimam). “Cadê a rima? Não é poema.

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A grande repercussão mundial da filosofia e atração sócio-literária de Zizek provêm do fato de seu pensamento, prático e altamente epistemológico fundamentado, ilustrar de modo veraz e categórico as reais contradições (e sinucas de bico em que se mete o) do capitalismo contemporâneo.

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O poema absoluto expande o poder presente e potenciais (da palavra) multiplica, toda a desmesura e maravilha da linguagem ultrapassa o sentido, dialeticamente. Permite ver mais e maior (por inteiro). Ela faz evoluir o ser.

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Leitor não moderno, antigo (relativo), da laia que pulula aos montes por aí, declara de logo que só é necessário (a seu espírito parco – ia escrevendo porco) o aparente, a máscara das coisas, o que apareça a seus olhos pequenos, ou seja, o medido imediato, dado não construído.

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Murilo Gun

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