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Dom, Nov

Cláudio Veras

Acompanho a poesia de Vital Corrêa de Araújo há mais de vinte anos (desde 2010, também, a de Rogério Generoso - e seu monumental Noumenon), e sempre tenho (anotado e discutido comigo mesmo, alguma vez com Odisseus Morales, quando estou em NY) algo a dizer, registrar a respeito da poética vitaliana (que o S. Joachim tão luminarmente expôs em pratos limpos exegéticos), sobre esse dilúvio de palavras concatenadas com o id do mundo.

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Porque nominei de absoluta a nova poesia neoposmoderna – e por efeito os seguidores dela seriam poetas absolutos (e o são os em contraste com os  poetas relativos) um cronista ironizou: o cara se diz poeta absoluto, subindo e descendo as ladeiras de Garanhuns, e, citando Hegel e o espírito absoluto, criticou o apodo vital e disparou: absoluto é adjetivo inalcançável pelo homem.

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VCA

Está-se a descortinar a 6ª revolução tecnológica da era contemporânea da pequena história humana (cheia de vicissitudes, aventuras, desventuras e crises de dor). Desde a indústria à base de vapor até a atual sob o signo do urânio, da mecânica física (newtoniana à eletrônica nano).

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Sentimos prazer com a forma autônoma da poesia, livre, absoluta poesia... e somos por ela energizados liricamente, quando a repercutimos na alma (e o eco não é oco mais) quando a contemplamos improfanadamente na página (essa outra alma branca) a nos alinharmos a ela (a suas linhas virgens ainda) cheia da sedução inexprimível do ser.

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(Marcondes Calazans)

As categorias listadas nos versículos de I Coríntios no capítulo 13 são linhas diferentes das que costumamos ver nos cotidianos da realidade atual em que se encontra a humanidade.“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine”.(I Cor. V. 1)

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A fome e a extrema miséria geraram o êxodo do nosso povo ao sul do País para o estado de São Paulo. A princípio fomos recebidos como subordinados, trabalhamos nas profissões mais degradantes que qualquer homem com fome, sede e família para sustentar se subordina, mas nunca fomos subservientes.  O nordestino sempre foi e sempre será um bravo.

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Quando ganhei, pela terceira vez, o Prêmio de Poesia da Academia Pernambucana de Letras, declarei de supetão, aos jornalistas que me entrevistaram, ao ser indagado sobre meu sentimento poético, que “sou um poeta de alma seca - e se me emociono a mão treme e o poema não presta.

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Rhalyne Moura/Amaraji

Ela é uma das tantas Marias que existem nesse mundo, mas não é apenas mais uma Maria, tem o dom de fazer pessoas felizes e existir já é motivo suficiente para tal. A vida lhe reservou dois casamentos e dezesseis filhos dos quais três não sobreviveram, os outros foram com sacrifícios e renúncias, bem criados.

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Murilo Gun

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